Ei, Lucas,
Diga cá para eu
Por que não vai-se embora
E deixa livre o mundo meu?
Já deixou-me uma vez
Mas apareceu outro de repente
E agora, que faço eu
Com outro Lucas em minha mente?
É impossível esquecer,
Sendo que o segundo não para de lembrar.
Há um cemitério em minha cabeça,
Mas eu não consigo lhe sepultar.
Ei, Lucas,
Diga cá para eu,
Por que não volta para minha vida,
E alegra o resto dos dias meus?
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